terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

OSCAR 2010 (INDICADOS E CHUTES)


Vamos combinar : 2009 foi um ano um tanto...(medíocre é muito forte)falaremos de MORNO.
mas é nesses anos que as atenções deixam de ser divididas e as atenções são em cima de alguns que fizeram a diferença.
E o que marcará ao meu ver são os estrangeiros : La Teta assustada, AntiCristo e A fita Branca mataram a pau.Fora uma mensão honrosa a Abraços Partidos do Almodovar.
Nos Hollywoddianos ninguem bateu o Bastardos Inglórios , mas a badalação tecnica do Avatar e a inventividade do Distrito 9 e raça digital de Inimigos Públicos apareceram de papagaios de pirata.
E animação começa da dar sinais de um certo cansaço , visto que Up é meigo mas quem se torna classico é Onde vem Monstros do Spike Jonze ( que pessoal lembra do Jackass e esquece da OP Adaptação)


MAs passemos para a bricadeira do ano: Os indicados e os chutes



Melhor Ator

Jeff Bridges - Coração Louco
George Clooney - Amor Sem Escalas
Colin Firth - Direito de Amar
Morgan Freeman - Invictus
Jeremy Renner - Guerra ao Terror


CHUTE: Briga de foice, mas aposto em George Clonney (por ser o idolo das velhinhas da academia) apesar da minha torcida ser por Jeff Bridges


Melhor Atriz

Sandra Bullock - Um Sonho Possível
Helen Mirren - The Last Station
Carey Mulligan - Educação
Gabire Sadire - Preciosa
Meryl Streep - Julie e Julia

CHUTE:Otima oportunidade para Meril Streep (minha torcida)ganhar o oscar no cansaço mas pode perder para Sandra Bullock (Meu chute) por simpatia pop (ninguem merece)

Melhor Ator Coadjuvante
Matt Damon - Invictus
Woody Harrelson - The Messenger
Christopher Plummer - The Last Station
Stanley Tucci - Um Olhar do Paraíso
Christoph Waltz - Bastardos Inglórios

Alguem duvida do Waltz? é o personagem de sua vida...

Melhor Atriz Coadjuvante
Penelope Cruz - Nine
Vera Farmiga - Amor Sem Escalas
Maggie Gyllenhall - Coração Louco
Anna Kendrick - Amor Sem Escalas
Mo´Nique - Preciosa

aqui tá difícil , mas vamos se levar pela inuição: Mo´nique

Melhor Diretor
James Cameron - Avatar
Kathryn Bigelow - Guerra ao Terror
Quentin Tarantino- Bastardos Inglórios
Lee Daniels - Preciosa
Jason Reitman - Amor Sem Escalas

Aposta para TArantino , mas CAmeron leva a segunda estatueta


Melhor Roteiro Original
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
The Messenger
Up - Altas Aventuras
Um Homem Sério

Aqui é do TARANTINO para compensar a direção.


Melhor Roteiro Adaptado
Distrito 9
Educação
In the Loop
Preciosa
Amor Sem Escalas

Amor sem escalas , sem piscar.

Melhor Filme Estrangeiro

Ajami - Israel
El Secreto de Sus Ojos - Argentina
The Milk of Sorrow - Peru
Um Profeta - França
A Fita Branca - Alemanha

Todos ótimos, mas a Fita Branca ganha (salve Haneke)

Melhor Animação

Coraline e o Mundo Secreto
O Fantástico Sr. Raposo
A princesa e o Sapo
The Secret of Kells
Up - Altas Aventuras

Up...Pixar ainda é imbativel por aqui, mas Avatar deveria ter entrado aqui..rs

Melhor Fotografia

Avatar
Harry Potter e o Enigma do Príncipe
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
A Fita Branca

A torcida é por A FITA BRANCA, mas acho que Guerra merece um chute aqui

Melhor Direção de Arte

Avatar
O Mundo Imaginário de Dr. Parnassus
Nine
Sherlock Holmes
The Young Victoria

Teery Gillian continua mestre ,por isso PARNASSUS pode levar

Melhor Figurino

Brilho de Uma Paixão
Coco antes de Chanel
Nine
The Young Victoria
O Mundo Imaginário de Dr. Parnassus

Nine e seu premio consolação


Melhor Montagem

Avatar
Distrito 9
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Preciosa

Por principios tecnicos deve ser AVATAR

Melhor Maquiagem
Il Divo
Star Trek
The Young Victoria

Só vi STAR TREK aqui...

Melhor Trilha Sonora

Avatar
O Fantástico Sr. Raposo
Guerra ao Terror
Sherlock Holmes
Up - Altas Aventuras

Pode ser outro pro Up aqui

Melhores Efeitos Visuais
Avatar
Distrito 9
Star Trek

AVATAR disparado


Melhor Edição de Som

Avatar
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Star Trek
Up - Altas Aventuras

Outro do AVATAR


Melhor Mixagem de Som

Avatar
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Star Trek
Transformers: A Vingança dos Derrotados

Mais um do AVATAR

E o mais dificil:

Melhor Filme

Avatar
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Preciosa
Amor Sem Escalas
Um Homem Sério
Up - Altas Aventuras
Distrito 9
Um Sonho Possível
Educação

Sera AVATAR por um motivo único: Tirou Hollwood de uma possivel crise sem precedentes
Ver o Cameron em mais uma frase de efeito... que remédio.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

UM ALTAR PARA MATRIX


Sabemos quando um filme marca época, quando ele se estende para outros veículos de cultura e favorece a que outros filmes apareçam naturalmente.
MATRIX tem toda essa força que faz com que no nosso inconsciente coletivonão recrimine (e getilmente aceite) um filme como SUBSTITUTOS.
Se há um gênero "Entretenimento reflexivo" + "baseados em HQ",pode-se resumir o filme diretor Jonathan Mostow. O que não é de tão ruim, já que comercialmente ele deve funcionar graças a força popular do ator Bruce Willis e o apelo a dois pontos muitos comuns no cinema hoje: Efeitos especiais e curiosidade antropologica: Um mundo invadido por "Bonequinhos da Estrela" em nosso lugar.
Sim, por que o cinema é obrigado pela falta de criatividades fictícias a apelar para os roteiristas de HQ que a muito tempo vem salvando hollywood e ainda mais que as pessoas , grudadas a um mundo virtual e se "substituindo" em games e relacionamentos de chat, de como seria se houvesse um mundo físico proposto pelo cyberespaço(tema levantado explicitamente por GAMER),ou seja há um fiapo de denuncia social para enriquecer o filmes para nerds.Mas, comum num casos desses o roteiro tem furos tão constrangedores que seria anti-ético mencionar.
É esse o universo-filão, que faz uma escolha feliz por Willis já que sua história de herói de ação misturada a de marido tentando reconciliação no cinema é extensa.
Portanto o filme não estraga a tarde de ninguém ( o que é hoje sinônimo de sucesso) e se inclui na lista dos que levantam o dedo no meio de uma conferência para expor pseudo-possibilidades em nosso futuro, de forma visual.
Nada mais do que o cinema digital hoje não seja obrigado a fazer.Apenas reverenciem os irmãos Waschowsky por tal abertura, por favor.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

CINEASTA MALDITO


Tarantino é doente...fato... mas é um doente pop.
Lynch é doente...outro fato...mas um doente gênial.
LARS VON TRIER é doente... aparentemente... o que é mais perigoso...pois ele pode ter razão em tudo que expressa... e se isso for verdade tudo que compreendemos por moral e ética é a mais descabida palhaçada.
Trier estava deprimido quando terminou uma comédia (excelente)e achou que o cinema era pequeno para suas idéias...até que ele veio a explorar uma veia que ainda não tinha subvertido: O TERROR.
Mas é claro que alguém que dirigiu OS IDIOTAS, DANÇANDO NO ESCURO e DOGVILLE , não poderia criar um terror comum, visto que os seus outrosa filmes já eram de terror e ninguém havia entendido.
Foi ai que nasceu a aberração ANTI-CRISTO no qual mais uma deturpação social é convertida por Trier (inspirada de forma subliminar na obra de Nietsche) , a partir de um filme de apenas dois personagens , Willen Dafoe e Charlotte Gainsbourg (premiada de forma justa em Cannes como melhor atriz) , uma fotografia antológica e uma experiência difícil de esquecer comungam em nossos olhos.
Trier precisa estar na contramão da historia, onde a psicanálise e a ciecia racional luta contra o a barbárie da natureza e a mulher acaba sendo a condutora do processo de imperação do caos , sem precisar de motivo, no viés de tudo que é politicamente correto.
Alguns amigos meus vão me espancar, mas há uma certa ressonancia deste trabalho ao espancado FIM DOS TEMPOS do SHIAMALAN, quando se quer anunciar a "natureza" como alg do qual devamos temer, ou que o "terror" humano atribui-se a o que se entende por natureza.
Mas ao mesmo tempo, Lars é um anjo, meio gabriel meio exterminador, que traz via cinema que explora lados humanos inacessíveis e invioláveis... que por conseqüência torna-se o mais desgraçado dos cinastas.
Ou seria alguém que apenas quer contribuir para a análise... pois a historia humana não pode ser simplesmente esquecida e tratada com desdém. Os valores de nossos ancestrais são como os nossos para o nossos descendendes: retrógados , violentos , nauseantes e completamente absurdos.
O cinema de Lars é o que se tem de mais visionário: o sentimento de repulsa que nossos netos sentirão por nossos valores mais caros.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

"I'M SPOCK AGAIN"


STAR TREK é maior frankia da historia do entretenimento que para nós brasileiros chama-se Jornada nas Estrelas. Em 1926 , foi criado o termo Ficção-científica... mas foi nessa série protagonizada por um mocinho charlatão, ao comando de uma nave rumo ao espaço sideral,"onde o homem jamais esteve" assessorado por um ET de orelhas pontudas, sob uma estrutura de filme análoga aos filmes de piratas , ou de descobrimento, que o gênero se estabeleceu na cultura de entretenimento. Mas é claro que não ha fórmula que resista ao tempo...a não ser que se encontre as mãos certas para revigorá-las.
O dono dessas mãos chama-se JJ ABRAHMS, que ao estabelecer em LOST um novo conceito de narração, no qual o tempo e a continuidade são apenas instrumentos e não uma prisão dentro da ídeia,vem se tornando o principal nome da ficção (cientifica ou não) dos ultimos tempos.
A terceira releitura feita por ABRAHMS , nesse inteiramente novo STAR TREK , conta com a juventude dos protagonistas e com a jogada de se estabelecer um mundo paralelo para a história, incitando outros rumos (mais dinamicos e menos filosóficos) para a série. Nesse, em ocasião, alem de mostrar o encontro dos tripulantes na INTERPRISE, ele foca no personagem simbolo : SPOCK, levado com perfeição pelo ator Zachary Quinto que inicia a partir desse filme seu estrelato.
O elo de ligação entre as séries fica encargo do ator LEONARD NIMOY (que faz provavelente pela ultima vez seu personagem-encosto e que curiosamente chegou a escrever um livro chamado "I'm not SPOCK").
O vilão encarnado por ERIC BANA, só serve de plano de fundo para que os dois reais rivais: KIRK e SPOCK tenham um objetivo comum,o que acaba sendo o plot que mais se aproxima da série setentista.
Como era de se esperar, o ser humano (ou sua metade humana)SPOCK é o foco, desde a infancia, que faz-nos entender que o que interessa nessa década é o garimpo de uma humanidade perdida ao meio dos discursos tecno-econômicos.
Mas o novo filme veio tambem trazer um aspecto de união de interesses, longe da dualidade arte-ciencia, de outros anos,tratando com naturalidade espantosa temas como viagens no tempo, como que incorporando a grande lição de CLARKE: “Uma pessoa que conheça tudo sobre as comédias de Aristófanes e nada sobre a Segunda Lei da Termodinâmica é tão inculta como aquela que dominou a teoria quântica, mas pensa que Van Gogh pintou a Capela Sistina.”
Encontrar a crise de identidade nos herois de nossos pais é de certa maneira a revelação dá gênese de nossa cultura. Mesmo que em forma de prólogo. Mesmo que paralelamente a história... como alguem que enxerga os fatos de trás para frente.
Ou alguem que simplesmente analisa clinicamente uma década e tenta transmutar valores para uma nova geração de fãs...mas sem ilusão... pois uma quarta releitura possivelmente será uma pá de cal nas orelhas pontudas deu um certo Vulcano.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O MAL NECESSÁRIO


A ficção vem perdendo espaço de tempos em tempos para o realismo semi-documental de algumas produções... Essa foi uma década que se preocupou em ver os fatos,sem julgamentos ou tendencias (tipicas dos jornalistas) e nem sempre a visão de alguem... somente o acontecimento falando por si.
Esse contra romantismo tem ecos na sociedade, que tem tanto acesso para a realidade do ourto escancarada quase que pornograficamente pela internet, que vem a calhar um filtro intelectual de alguem a chamar tua atenção nesse mar de informações.
Quase todos os muros haviam sido derrubados... e até então um lugar era convenientemente trancado a 7 chaves de todos nós: A ESCOLA.
O diretor LAURENT CANTET (do excelente A AGENDA) se impressionou com a verdade nua e crua da educação francesa nos colégios publicos ( que não diferem em nada aos colegios particulares do Brasil) e sem a maquiagem otimista dos filmes americanos de superação da profissão (Ao mestre com carinho, e outros) e colocou em seu ENTRE OS MUROS DA ESCOLA , uma forma incrivelmente verossímel com atores amadores o duelo entre alunos e professor.
O desenrolar da ação que só acontece na sala de aula como um filme de julgamento, tem a crueldade da ironia assim como o suspense e stress de situações de estimulo e controle e todo o jogo de cintura de um profissional que tem que se dividir entre um academico ditador e um humano que se expoe perante jovens que declaradamente não querem estar ali e expõe (as vezes com razão) a pena que é ser obrigado a conviver com diferenças, contrapondo o sistema que os engole por todos os motivos excludentes que conhecemos.
Tão frio quanto a realidade... mostra o quão é efêmero o resultado do processo educacional, em que seres humanos são expostos a uma humilhação contida e por vezes desnecessária... mas mesmo assim , impossivel de analisar uma solução sem a conveniente estrutura de encarceiramento e confinamento (intelectual e físico) de nossas crianças.
O filme é um espião dentro da verdadeira conduta no dia a dia educacional...que por vezes chega a aterrorizar:
Dialogos vivos e honestos... tristes como a guerra... nem redentor e com um unico final feliz: o de que o ano letivo não é eterno.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

CONTA GOTAS HUMANO


O cinema argentino tem uma peculiaridade ácida que mesmo parindo de uma esfera latino-européia esta enraigado sobre sua proprio estilo.O tango, patrimônio cultural daquele país tem muito a ver com isso...Ele ganha aureas internacionais e tudo que acaba por existir na arte visual fabricados por hermanos mais modernos, acabam tendo traços de violência e paixão que tanto deram certo para a nobre´música.
LEONERA, apesar de estritamente urbano-moderno-universal é regionalista quando se trata de uma estrutura passional.O filme acerta em editar no estilo esconde muito mostra pouco, para desenlaçar os nós do que está acontecendo... visto que a própria personagem demora para entender do crime que cometera...
Mas Julia , a mãe que acaba tendo um filho na cadeis, possui uma história de pouca identificação na vida e a prisão se torna aos poucos um ambiente protegido para si...mas e para seu filho?
Esses dilemas que são telegrafados na metade do filme ,pediam para uma evolução da direção quanto a evolução da personagem, mas no fim a dança foram os mesmos passos do começo ao fim...e a protagonista ( na ótima atuação de Martina Gusman ) anos luz na frente.
Um filme franco...mas carregado de uma violencia insípida,tratando a propria sujeira num mundo onde os seres humanos são condenados por e para seus atos, como elemento de repulsa... como cenas tiradas de um inconsciente coletivo... e que humanidade é nos exposta a conta-gotas

domingo, 8 de novembro de 2009

ÉPOCAS QUE SE CONVERSAM


MICHAEL MANN encontrou seu caminho...seu destino e motivo para estar no cinema... e essa revelação está exposta nos últimos 3 filmes na crescente ordem de apuro técnico e decupagem.
Enquanto em Colateral ele administrava os atores,e Miami Vice o apuro técnico do video digital... a síntese está em INIMIGOS PÚBLICOS. Johnny Deep encarna o perfeito romantico-realista que Mann precisava... pois era dessa forma que ele queria editar esse filme noir, que praticamente nos transporta para os anos 30, quase que clandestinamente para os sentimentos e ações, cujas cenas dão uma textura quase documental, sem apelar para o ritmo frenético nem o excesso de tomadas limpas. Mann prova que a camera digital nos dá mais intimidade e quase que encosta no contexto do que foi uma decada violenta e romântica...No qual a sociedade era despreparada e ingênua para genios da pilantragem.
Deep tem um método no qual ele acaba apelando para referências... mas que fique apenas com ele por que com seu Dillinger ele estabelece um novo patamar para interpretação de bandidos classicos.
O roteiro nada tem de especial, mas não há necessidade: a estória tem dois picos da nossa atenção: do lado da polícia , o amadorismo e precariedade perdendo para a ousadia e a fidelidade dos gangsters... e claro o quanto isso vai se dissipando , não pela maturidade dos mocinhos mas porque a tecnologia do roubo se deslocou para os meios de comunicação e não havia mais espaço para os militantes do latrocínio...alás eram melhor que fossem descartados.
Outro pico é a maravilhosa presença de MARION COTILLARD que entre medo e consentimento se entrega para um quase sequestro consentido nos braços do bandido-pop-star.
Os momentos mais tocantes partem de silencios e olhares, no qual quase compartilhamos a admiração de Dillinger pela sua popularidade, e o quanto ele procura manter, escolhendo calmamente seus projetos para não parecer um canalha qualquer e sim um espertalhão com princípios.
Subversão adorada pelos americanos de todos os tempos onde Robin Hoods aparecem para ao menos colocar discussão na autoridade estabelecida.
Mann põem um ponto final na discussão tecnica... e de como é possível promover uma comunicação visual moderna num tema clássico, como uma conversa entre as escolas.

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